População de Valilândia e Itarerú sofrem com as constantes faltas de água e luz

A situação critica fez o suplente de vereador Lomanto Queiroz PP, reunir mais de 250 Famílias na Sede da Associação de Desenvolvimento Comunitário local mover ação conjunta contra EMBASA e COELBA.

Valente

< Mais de 250 famílias da Comunidade de Valilândia se reuniram na Sede da Associação, para apoiar a atitude do 1º suplente de vereador da Comunidade. Segundo Lomanto Queiroz,  Valilândia vem sofrendo ao longo desses anos com constantes faltas de energia na localidade e região circunvizinhas a exemplo de Itarerú, Queimada do Curral, Santa Rita de Valilândia, Ichu de Valilândia, Cipó de Leite e Vargem Grande, os moradores já não aguentam mais com tantas interrupções de energia, é contada semana ou mês que não tem uma queda de energia.

Para Queiroz, algo está errado nesse fornecimento de energia, já que a comunidade fica localizada em um ponto estratégico que dá para ter visibilidade da Cidade de Conceição do Coité a olho nu “e isso sempre que falta ficamos olhando para Coité toda iluminada isso nos indigna, pois pagamos as contas e ao mesmo não recebemos um serviço com qualidade.

<Para ele que também é micro empresário sócio de posto de combustível, assim como tantos comerciantes e moradores que perdem seus alimentos e eletrodomésticos devido à falta de energia já os comerciantes deixa de vender e perde seus produtos perecíveis com as constantes faltas, que segundo levantamentos os prejuízos são altíssimos.

Segundo o presidente da Associação Clebson da Silva Santos, já ficaram finais de semana inteiro sem fornecimento de energia na comunidade de Valilândia ocasionando inúmeros prejuízos a todos na localidade.

O problema na comunidade de Itarerú é ainda mais grave devido seu fornecimento partir da Comunidade de Valilândia e quando está sem energia “é um desastre total”, os moradores chegaram a ficar quase 15 dias sem energia elétrica e o problema ainda permanece com constantes quedas.

LOMANTO[1]Lomanto acredita que existem ainda na comunidade vários postes de eucalipto em fase vida terminal colocando em risco de vida os moradores, ficando claro a falta de investimentos da COELBA a mesma coisa acontece com ampliação das redes baixas onde a comunidade precisa fazer inúmeras ampliações, portanto ele acredita que só na Justiça o problema vai se resolver porque a COELBA dá por transparecer que não quer fazer investimentos de melhorias nas suas redes ou até mesmo criar uma subestação de energia em Retirolândia para melhor atender a demanda das comunidades. “Nossa comunidade cresceu e está crescendo assim como todos os lugares e como vai ficar nossas famílias no futuro, no escuro” conclama Queiroz.

CASO EMBASA

<Para José Leobino Oliveira outro morador da Comunidade, outro problema abordado na Comunidade é o fornecimento de água da EMBASA, que passa semanas e mais semanas sem cair “mas”, os recibos não param de chegar as residências dos moradores que reclamaram das altas contas de consumo devido a um grave problema técnico na linha geral de água.

Segundo Lomanto, a EMBASA vende ar dentro da tubulação e isso quem paga é o consumidor final, “ao mesmo tempo em que temos um problema gravíssimo de falta água na Comunidade de Itarerú, o projeto de ampliação da rede está pronto, eu mesmo tive acesso na Regional de Feira de Santana, o que falta é vontade política para implantarmos dez mil metros de tubos e oportunizar aquela Comunidade tão carente como é o povo de Itarerú.

Para Queiroz, Itarerú carrega a sina de fronteiras sem desenvolvimento com quatro municípios envolvidos: Valente, Retirolândia, Santa Luz e Conceição do Coité é na verdade uma terra de todos e ao mesmo tempo de ninguém, pela falta de interesse dos politicos que ali representaram ao longo desses anos.

Para o suplente de vereador a Ação Conjunta irá ajudar beneficiar a estás comunidades pois as respectivas empresas sentirá no bolso e fará investimentos de melhorias.

“Já estamos pegando toda documentação dos moradores juntamente com os respectivos recibos de energia e água para acionarmos na Justiça nossos direitos”, concluiu o representante das comunidades.

Fonte e fotos: Assessoria